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Economista recebe homenagem pela luta contra as drogas

fotoNo último dia 26 de novembro, o economista e conselheiro do CORECONPR, José Augusto Soavinski, recebeu o diploma de “Mérito pela Valorização da Vida 2013” entregue pelo Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas do Paraná (Coned) e pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça, pelas mãos da secretária estadual da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SEJU/Pr), Maria Tereza Uille Gomes. A homenagem é o reconhecimento pelo trabalho voluntário desenvolvido por Soavinski junto a Pastoral da Sobriedade com as palestras de prevenção contra as drogas e de ajuda na recuperação dos dependentes químicos junto aos grupos de auto ajuda e nas comunidades terapêuticas, no Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPs), escolas, retiros religiosos e empresas.

A Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná entregam a homenagem a pessoas e instituições que contribuem para a prevenção e o combate ao uso de álcool ou outras drogas. “A honraria é um reconhecimento do trabalho da sociedade civil à prevenção e reinserção social de pessoas que, em função da drogadição, encontram-se em situação de alta vulnerabilidade social”, afirmou Maria Tereza.

Durante a solenidade, no Palácio das Araucárias, em Curitiba, Maria Tereza ressaltou que o Estado tem o papel de prevenção ao uso e repressão ao tráfico de drogas e reinserção social dos dependentes. “Esse trabalho precisa do envolvimento de toda a sociedade, especialmente na prevenção e reinserção. Por isso, o Governo do Paraná reconhece e agradece as pessoas e entidades que atuam para minimizar os efeitos desse problema e lutando para que possamos superar essa epidemia social”, afirmou a secretária.

O economista José Augusto Soavinski, há 20 anos, criou o Conselho Comunitário de Segurança do bairro do Bacacheri, em Curitiba, para prevenção ao uso de álcool e drogas. Em nome do Conselho passou a dar palestras nas escolas e, nesse período, nasceu a Pastoral da Sobriedade.

Hoje, segundo Soavinski, a Pastoral está praticamente em todo o Brasil e ultrapassa a recuperação, passando a ser um trabalho social, espiritual e familiar. “Jamais pensei em ser homenageado. Espero que o setor público e o setor privado dêem mais condições de tratar o dependente químico. Nossa luta é muito grande e exige muitos operários para que possamos fazer um trabalho eficaz com o dependente químico trabalhando, ainda, contra a violência”, afirmou.

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