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Microeconomistas: Economistas Corporativos

Bob Tita (WSJ, 07/03/14) informa que, às voltas com um enorme volume de dados, a Parker Hannifin contratou um jovem economista em 2008 para descobrir o que esses dados diziam sobre as diversificadas operações do conglomerado industrial. O que Ryan Reed disse aos executivos numa de suas primeiras apresentações não foi muito bem recebido. Ele analisou as taxas de utilização da capacidade de produção e disse que as vendas no negócio de automação da empresa seriam substancialmente menores em outubro. “Eles disseram: ‘Isso não pode estar certo. Outubro é normalmente um mês muito bom para nós'”, diz Reed, hoje com 32 anos.

Mas a previsão de Reed estava correta. Outubro de 2008 não foi um mês bom para a automação nem para nenhuma das unidades de negócios da empresa americana. A economia dos Estados Unidos estava à beira do que se tornaria a pior crise econômica desde a Grande Depressão.

Com mais dados disponíveis que nunca e mercados cada vez mais imprevisíveis, as companhias americanas estão expandindo suas equipes de economistas. O número de economistas no setor privado cresceu 57%, de 5.510 em 2009 para 8.680 em 2012, de acordo com a agência de Estatísticas do Trabalho do governo americano.

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